Entre as muitas questões que envolvem a adoção, destaca-se o interesse dos brasileiros por recém-nascidos. A maioria dos que se inscrevem procura bebês de cor branca e do sexo feminino. Poucos se dispõem a aceitar crianças negras, mulatas, portadoras de alguma doença ou maiores de 2 anos. "A maioria das crianças disponíveis para a adoção não é bebê de colo, mas sim, crianças maiores que em geral acabam sendo adotadas por famílias estrangeiras, menos exigentes em relação à idade e ao tipo físico. Quanto maior a criança vai ficando, mais difícil é sua adoção".
Ao contrário do que se imagina, os futuros papais não querem um recém-nascido para poder esconder a verdade da criança, e sim, porque acreditam que é melhor a criança não trazer recordações do passado. Já é sabido pela maioria que se deve contar a verdade. É fato também que essa não é uma das tarefas mais fáceis. Não existe uma receita para isso.
O ideal é que cada um possa descobrir qual a melhor maneira de revelar. "A criança que não sabe que é adotada acaba criando um pacto com os pais: ela desconfia, mas acaba não indo atrás da verdade, porque percebe que existe algo de proibido nessa história, algo que ela não pode saber. Esse não saber acaba sendo generalizado de tal forma que mais tarde ela pode vir a desenvolver dificuldades no aprendizado"
Outra questão , é o que se chama de adoção à brasileira, que nada mais é do que encontrar a criança que se gostaria de adotar e, em vez de passar pelos processos legais de adoção, apenas a registra.
Segundo o Código Penal, artigo 242, "é crime contra o Estado de Filiação, com pena de reclusão de 2 (dois) a 6 (seis) anos, dar parto alheio como próprio; registrar como seu o filho de outrem.
É fundamental ressaltar que todos os entrevistados afirmaram que a adoção é uma experiência muito mais tranqüila e gratificante do que se imagina, tanto para pais quanto para filhos. Uma prova disso é a luta que essas pessoas travaram para poder ficar com essas crianças. Essa luta tem apenas um significado: amor. "Para adotar uma criança é preciso antes de tudo ter desejo. Desejo de querer cuidar, de querer educar"
Adoção em Vídeo
Filmes para as crianças:"Bogus, meu amigo secreto" - Warner (1996)
"Os anjos entram em campo" - Abril/Vídeo (1994)
Filmes para adultos:
"Segredos e Mentiras" - Look (1996)
"O destino de uma vida" - CIC (1995)
Leia mais sobre Adoção:
"Abandono e adoção", de Fernando Freire
"Adoção tardia: da família sonhada à família possível", de Marlizete Maldonado Vargas
"Adoção uma história de espera e amor", de Vera Miranda Gomes
"Adoção uma história pessoal", de Sueli Trindade Ferreira
"Adoção - uma sublime missão", de Elizabeth Schultz Ramires
"Laços de ternura", de Lídia Natália D. Weber
"Refletindo a adoção", de Clélia Zitto Cezar
ostado originalmente em: Entre as muitas questões que envolvem a adoção, destaca-se o interesse dos brasileiros por recém-nascidos. A maioria dos que se inscrevem procura bebês de cor branca e do sexo feminino. Poucos se dispõem a aceitar crianças negras, mulatas, portadoras de alguma doença ou maiores de 2 anos. "A maioria das crianças disponíveis para a adoção não é bebê de colo, mas sim, crianças maiores que em geral acabam sendo adotadas por famílias estrangeiras, menos exigentes em relação à idade e ao tipo físico. Quanto maior a criança vai ficando, mais difícil é sua adoção".
Ao contrário do que se imagina, os futuros papais não querem um recém-nascido para poder esconder a verdade da criança, e sim, porque acreditam que é melhor a criança não trazer recordações do passado. Já é sabido pela maioria que se deve contar a verdade. É fato também que essa não é uma das tarefas mais fáceis. Não existe uma receita para isso.
O ideal é que cada um possa descobrir qual a melhor maneira de revelar. "A criança que não sabe que é adotada acaba criando um pacto com os pais: ela desconfia, mas acaba não indo atrás da verdade, porque percebe que existe algo de proibido nessa história, algo que ela não pode saber. Esse não saber acaba sendo generalizado de tal forma que mais tarde ela pode vir a desenvolver dificuldades no aprendizado"
Outra questão , é o que se chama de adoção à brasileira, que nada mais é do que encontrar a criança que se gostaria de adotar e, em vez de passar pelos processos legais de adoção, apenas a registra.
Segundo o Código Penal, artigo 242, "é crime contra o Estado de Filiação, com pena de reclusão de 2 (dois) a 6 (seis) anos, dar parto alheio como próprio; registrar como seu o filho de outrem.
É fundamental ressaltar que todos os entrevistados afirmaram que a adoção é uma experiência muito mais tranqüila e gratificante do que se imagina, tanto para pais quanto para filhos. Uma prova disso é a luta que essas pessoas travaram para poder ficar com essas crianças. Essa luta tem apenas um significado: amor. "Para adotar uma criança é preciso antes de tudo ter desejo. Desejo de querer cuidar, de querer educar"
Adoção em Vídeo
Filmes para as crianças:"Bogus, meu amigo secreto" - Warner (1996)
"Os anjos entram em campo" - Abril/Vídeo (1994)
Filmes para adultos:
"Segredos e Mentiras" - Look (1996)
"O destino de uma vida" - CIC (1995)
Leia mais sobre Adoção:
"Abandono e adoção", de Fernando Freire
"Adoção tardia: da família sonhada à família possível", de Marlizete Maldonado Vargas
"Adoção uma história de espera e amor", de Vera Miranda Gomes
"Adoção uma história pessoal", de Sueli Trindade Ferreira
"Adoção - uma sublime missão", de Elizabeth Schultz Ramires
"Laços de ternura", de Lídia Natália D. Weber
"Refletindo a adoção", de Clélia Zitto Cezar
Nenhum comentário:
Postar um comentário